quinta-feira, 4 de julho de 2013

SIMULADO LÍNGUA PORTUGUESA



1. De acordo com o ditado popular "invejoso nunca medrou, nem quem perto dele morou",
a) o invejoso nunca teve medo, nem amedronta seus vizinhos;
b) enquanto o invejoso prospera, seus vizinhos empobrecem;
c) o invejoso não cresce e não permite o crescimento dos vizinhos;
d) o temor atinge o invejoso e também seus vizinhos;
e) o invejoso não provoca medo em seus vizinhos.

2. Leia e responda:
"O destino não é só dramaturgo, é também o seu próprio contra-regra, isto é, designa a entrada dos personagens em cena, dá-lhes as cartas e outros objetos, e executa dentro os sinais correspondentes ao diálogo, uma trovoada, um carro, um tiro."
Assinale a alternativa correta sobre esse fragmento de D. Casmurro, de Machado de Assis:

a) é de caráter narrativo;
b) é de caráter reflexivo;
c) evita-se a linguagem figurada;
d) é de caráter descritivo;
e) não há metalinguagem.

3. "Tão barato que não conseguimos nem contratar uma holandesa de olhos azuis para este anúncio."
No texto, a orientação semântica introduzida pelo termo nem estabelece uma relação de:
a) exclusão;
b) negação;
c) adição;
d) intensidade;
e) alternância.

Texto para a questão 4.
– Ah, não sabe? Não o sabes? Sabes-lo não?
– Esquece.
– Não. Como "esquece"? Você prefere falar errado? E o certo é "esquece" ou "esqueça"? Ilumine-me. Mo
diga. Ensines-lo-me, vamos.
– Depende.
– Depende. Perfeito. Não o sabes. Ensinar-me-lo-ias se o soubesses, mas não sabes-o.
– Está bem. Está bem. Desculpe. Fale como quiser.
(L. F. Veríssimo, Jornal do Brasil, 30/12/94)

4. O texto tem por finalidade:
a) satirizar a preocupação com o uso e a colocação das formas pronominais átonas;
b) ilustrar ludicamente várias possibilidades de combinação de formas pronominais;
c) esclarecer pelo exemplo certos fatos da concordância de pessoa gramatical;
d) exemplificar a diversidade de tratamentos que é comum na fala corrente.
e) valorizar a criatividade na aplicação das regras de uso das formas pronominais.

5. Bem cuidado como é, o livro apresenta alguns defeitos. Começando com "O livro apresenta alguns defeitos", o sentido da frase não será alterado se continuar com:
a) desde que bem cuidado;
b) contanto que bem cuidado;
c) à medida que é bem cuidado;
d) tanto que é bem cuidado;
e) ainda que bem cuidado.

Texto para as questões 6 e 7.
"Eu considerei a glória de um pavão ostentando o esplendor de suas cores; é um luxo imperial. Mas andei lendo livros, e descobri que aquelas cores todas não existem na pena do pavão. Não há pigmentos. O que há são minúsculas bolhas d’água em que a luz se fragmenta, como em um prisma. O pavão é um arco-íris de plumas.
Eu considerei que este é o luxo do grande artista, atingir o máximo de matizes com um mínimo de elementos.
De água e luz ele faz seu esplendor, seu grande mistério é a simplicidade. Considerei, por fim, que assim é o amor, oh minha amada; de tudo que ele suscita e esplende e estremece e delira em mim existem apenas meus olhos recebendo a luz do teu olhar. Ele me cobre de glórias e me faz magnífico."
(Rubem Braga, 200 Crônicas Escolhidas)

6. Nas três "considerações" do texto, o cronista preserva, como elemento comum, a idéia de que a sensação de esplendor:
a) ocorre de maneira súbita, acidental e efêmera;
b) é uma reação mecânica dos nossos sentidos estimulados;
c) decorre da predisposição de quem está apaixonado;
d) projeta-se além dos limites físicos do que a motivou;
e) resulta da imaginação com que alguém vê a si mesmo.

7. Atente para as seguintes afirmações:
I - O esplendor do pavão e o da obra de arte implicam algum grau de ilusão.
II - O ser que ama sente refletir em si mesmo um atributo do ser amado.
III - O aparente despojamento da obra de arte oculta os recursos complexos de sua elaboração.
De acordo com o que o texto permite deduzir, apenas:

a) as afirmações I e III estão corretas;
b) as afirmações I e II estão corretas;
c) as afirmações II e III estão corretas;
d) a afirmação I está correta;
e) a afirmação II está correta.

Texto para as questões 8 e 9.
"Em nossa última conversa, dizia-me o grande amigo que não esperava viver muito tempo, por ser um "cardisplicente".
– O quê?
– Cardisplicente. Aquele que desdenha do próprio coração.
Entre um copo e outro de cerveja, fui ao dicionário.
– "Cardisplicente" não existe, você inventou – triunfei.
– Mas seu eu inventei, como é que não existe? – espantou-se o meu amigo.
Semanas depois deixou em saudades fundas companheiros, parentes e bem-amadas. Homens de bom coração não deveriam ser cardisplicentes."

8. Conforme sugere o texto, "cardisplicente" é:
a) um jogo fonético curioso, mas arbitrário;
b) palavra técnica constante de dicionários especializados;
c) um neologismo desprovido de indícios de significação;
d) uma criação de palavra pelo processo de composição;
e) termo erudito empregado para criar um efeito cômico.

9. "– Mas se eu inventei, como é que não existe?"
Segundo se deduz da fala espantada do amigo do narrador, a língua, para ele, era um código aberto:
a) ao qual se incorporariam palavras fixadas no uso popular;
b) a ser enriquecido pela criação de gírias;
c) pronto para incorporar estrangeirismos;
d) que se amplia graças à tradução de termos científicos;
e) a ser enriquecido com contribuições pessoais.

Texto para as questões 10 e 11.

"A triste verdade é que passei as férias no calçadão do Leblon, nos intervalos do novo livro que venho penosamente perpetrando. Estou ficando cobra em calçadão, embora deva confessar que o meu momento calçadônido mais alegre é quando, já no caminho de volta, vislumbro o letreiro do hotel que marca a esquina da rua onde finalmente terminarei o programa-saúde do dia. Sou, digamos, um caminhante resignado. Depois dos 50, a gente fica igual a carro usado, é a suspensão, é a embreagem, é o radiador, é o contraplano do rolabrequim, é o contrafarto do mesocárdio epidítico, a falta da serotorpina folimolecular, é o que mecânicos e médicos disseram. Aí, para conseguir ir segurando a barra, vou acatando os conselhos. Andar é bom para mim, digo sem muita convicção a meus entediados botões, é bom para todos."

(João Ubaldo Ribeiro, O Estado de S. Paulo, 6/8/95)

10. No período que se inicia em "Depois dos 50...", o uso de termos (já existentes ou inventados) referentes a áreas diversas tem como resultado:
a) um tom de melancolia, pela aproximação entre um carro usado e um homem doente;
b) um efeito de ironia, pelo uso paralelo de termos da medicina e da mecânica;
c) uma certa confusão no espírito do leitor, devido à apresentação de termos novos e desconhecidos;
d) a invenção de uma metalinguagem, pelo uso de termos médicos em lugar de expressões corriqueiras;
e) a criação de uma metáfora existencial, pela oposição entre o ser humano e objetos.

11. Na frase "Aí, para conseguir ir segurando a barra, vou acatando os conselhos...". Aí será corretamente substituído, de acordo com seu sentido no texto, por:
a) Nesse lugar
b) Nesse instante
c) Contudo
d) Em conseqüência
e) Ao contrário

12. A prosopopéia, figura que se observa no verso "Sinto o canto da noite na boca do vento", ocorre em:
a) "A vida é uma ópera e uma grande ópera."
b) "Ao cabo tão bem chamado, por Camões, de ‘Tormentório’, os portugueses apelidaram-no de ‘Boa Esperança’."
c) "Uma talhada de melancia, com seus alegres caroços."
d) "Oh! eu quero viver, beber perfumes, Na flor silvestre, que embalsama os ares."
e) "A felicidade é como a pluma..."

13. Folha: De todos os ditados envolvendo o seu nome, qual o que mais lhe agrada?
Satã: O diabo ri por último.
Folha: Riu por último.
Satã: Se é por último, o verbo não pode vir no passado.
(O Inimigo Cósmico, Folha de S. Paulo, 3/9/95)
Rejeitando a correção ao ditado, Satã mostra ter usado o presente do indicativo com o mesmo valor que tem em:

a) Romário recebe a bola e chuta. Gooool!
b) D. Pedro, indignado, ergue a espada e dá o brado de independência.
c) Todo dia ela fez tudo sempre igual.
d) O quadrado da hipotenusa é igual à soma dos quadrados dos catetos.
e) Uma manhã destas, Jacinto, apareço no 202 para almoçar contigo.

14. Reflita sobre o diálogo abaixo:
X – Seu juízo melhorou?
Y – Bom... é o que diz nosso psiquiatra.
Em Y:
(1) Bom não se classifica como adjetivo.
(2) é e diz estão conjugados no mesmo tempo.
(3) o é pronome demonstrativo.
(4) psiquiatra é o núcleo do sujeito.
Somando-se os números à esquerda das declarações corretas com referência a Y, o resultado é:
a) 6
b) 7
c) 8
d) 9
e) 10

15. "(...) a gíria desceu o morro e já ganhou rótulo de linguagem urbana. A gíria é hoje o segundo idioma do brasileiro. Todas as classes sociais a utilizam."
(Rodrigues, Kanne. Língua Solta. O Povo. Fortaleza, 30/12/93. Caderno B, p. 6)
Assinale a letra em que não se emprega o fenômeno lingüístico tratado no texto.
a) A linguagem tida como padrão, galera, é a das classes sociais de maior prestígio econômico e cultural b) Gíria não é linguagem só de marginal, como pensam alguns indivíduos desinformados.
c) Apesar de efêmera e descartável, a gíria é um barato que enriquece o idioma.
d) "A gíria enriquece tanto a linguagem como o poder de interação entre as comunidades. Sacou?!"
e) O economista começou a falar em indexação, quando rolava um papo super cabeça sobre babados mil.

As questões 16 e 17 deverão ser respondidas a partir do texto que segue. Os números entre parênteses, nas alternativas, remetem as linhas do texto.
"Sou, em princípio, contra a pena de morte, mas admito algumas exceções. Por exemplo: pessoas que contam anedotas como se fossem experiências reais vividas por elas e só no fim você descobre que é anedota. Estas deviam ser fuziladas.
Todos os outros crimes puníveis com a pena capital, na minha opinião, têm a ver, de alguma maneira, com telefone.
Cadeira elétrica para as telefonistas que perguntam: "Da onde?"
Forca para pessoas que estendem o polegar e o dedinho ao lado da cabeça quando querem imitar um telefone.
(Curiosamente, uma mímica desenvolvida há pouco. Ninguém, misericordiosamente, tinha pensado nela antes, embora o telefone, o polegar e o mindinho existam há anos).
Garrote vil para os donos de telefone celular em geral e garrote seguido de desmembramento para os donos de telefone celular que gostam de falar no meio de multidões e fazem questão de que todos saibam que se atrasou para a reunião porque o furúnculo infeccionou.
(Claro, a condenação só viria depois de um julgamento, mas com o Aristides Junqueira na defesa.)" (L. F. Veríssimo, "Morte", Jornal do Brasil. Rio de Janeiro, 22/12/1994. Caderno Opinião, p. 11)

16. Atente para o conteúdo de (a) (b) e (c)
(a) Nem toda telefonista merece cadeira elétrica.
(b) Aristides Junqueira na acusação: réu descriminado.
(c) Deve-se aplicar exatamente a mesma penalidade aos donos de telefone.
Considerando o texto:
a) apenas uma letra é correta;
b) só uma letra é incorreta;
c) todas as letras são corretas;
d) a maioria das letras é incorreta;
e) nenhuma letra é correta.

17. Indique a alternativa correta:
a) em princípio (l. 1) tem sentido equivalente a por princípio;
b) como se (l. 3) estabelece, ao mesmo tempo, uma relação de aparência e dúvida;
c) deviam (l. 4) corresponde ao futuro do pretérito;
d) Em Todos os (l. 6), o artigo poderia ser dispensado;
e) têm a ver (l. 7) constitui um todo indissociável cuja idéia central é expressa pelo verbo auxiliar.

18. Assinale a alternativa que contém a correta classificação morfológica da palavra que, de acordo com a ordem em que aparece no seguinte período: "O certo é que não levantou os olhos para mim porque queria que abençoasse aquele recanto de terra, que lhe dera algumas ilusões.":
a) pronome relativo – pronome relativo – conjunção subordinativa integrante;
b) conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa adverbial causal – pronome relativo;
c) conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa integrante;
d) pronome relativo – conjunção subordinativa integrante – pronome relativo;
e) conjunção subordinativa integrante – conjunção subordinativa integrante – pronome relativo.

19. "__________ chegando os compradores que _________ os imóveis – disse o corretor, quando _____________ na conversa."
a) Vêem - valorizam - interveio;
b) Vêm - valorizem - interviu;
c) Vêem - valorizem - interveio;
d) Vêm - valorizam - interveio;
e) Vem - valorizam - interveio.

20. Disseram para _______ falar ________ ontem, mas não ________ encontrei em parte alguma.
a) mim - consigo - o;
b) eu - com ele - lhe;
c) mim - consigo - lhe;
d) mim - contigo - te;
e) eu - com ele - o.



GABARITO

01. C                                                                          11. C
02. B                                                                          12. C
03. B                                                                          13. E
04. A                                                                          14. E
05. E                                                                          15. B
06. C                                                                          16. B
07. D                                                                          17. A
08. C                                                                          18. E
09. E                                                                          19. D
10. B                                                                          20. E


TEXTO PARA INTERPRETAÇÃO – CINZAS DA INQUISIÇÃO (NÍVEL MÉDIO)


CINZAS DA INQUISIÇÃO

1.         Até agora fingíamos que a Inquisição era um episódio da história europeia, que tendo durado do século XII ao século XIX, nada tinha a ver com o Brasil. No máximo, se prestássemos muita atenção, íamos falar de um certo Antônio José – o Judeu, um português de origem brasileira, que foi queimado porque andou escrevendo umas peças de teatro.
2.          Mas não dá mais para escamotear. Acabou de se realizar um congresso que começou em Lisboa, continuou em São Paulo e Rio, reavaliando a Inquisição. O ideal seria que esse congresso tivesse se desdobrado por todas as capitais do país, por todas as cidades, que tivesse merecido mais atenção da televisão e tivesse sacudido a consciência dos brasileiros do Oiapoque ao Chuí, mostrando àqueles que não podem ler jornais nem frequentar as discussões universitárias o que foi um dos períodos mais tenebrosos da história do Ocidente. Mas mostrar isso, não por prazer sadomasoquista, e sim para reforçar os ideais de dignidade humana e melhorar a debilitada consciência histórica nacional.
3.          Calar a história da Inquisição, como ainda querem alguns, em nada ajuda a história das instituições e países. Ao contrário, isto pode ser ainda um resquício inquisitorial. E no caso brasileiro essa reavaliação é inestimável, porque somos uma cultura que finge viver fora da história.
4.          Por outro lado, estamos vivendo um momento privilegiao em termos de recons-trução da consciência histórica. Se neste ano (1987) foi possível passar a limpo a Inquisição, no ano que vem será necessário refazer a história do negro em nosso país, a propósito dos cem anos da libertação dos escravos. E no ano seguinte, 1989, deveríamos nos concentrar para rever a “república” decretada por Deodoro. Os próximos dois anos poderiam se converter em um intenso período de pesquisas, discussões e mapeamento de nossa silenciosa história. Universidades, fundações de pesquisa e os meios de comunicação deveriam se preparar para participar desse projeto arqueológico, convocando a todos: “Libertem de novo os escravos”, “proclamem de novo a República”.
5.          Fazer história é fazer falar o passado e o presente, criando ecos para o futuro.
6.          História é o anti-silêncio. É o ruído emergente das lutas, angústias, sonhos, frus-tações. Para o pesquisador, o silêncio da história oficial é um silêncio ensurdecedor. Quando penetra nos arquivos da consciência nacional, os dados e os feitos berram, clamam, gritam, sangram pelas prateleiras. Engana-se, portanto, quem julga que os arquivos são lugares de poeira e mofo. Ali está pulsando algo. Como um vulcão aparentemente adormecido, ali algo quer emergir. E emerge. Cedo ou tarde. Não se destrói totalmente qualquer documentação. Sempre vai sobrar um herege que não foi queimado, um judeu que escapou ao campo de concentração, um dissidente que sobreviveu aostrabalhos forçados na Sibéria. De nada adiantou àquele imperador chinês ter queimado todos os li-vros e ter decretado que a história começasse por ele.
7.          A história começa com cada um de nós, apesar dos reis e das inquisições.
(SANT’ANNA, Affonso R. de. A raiz quadrada do absurdo. Rio de Janeiro, Editora Rocco, 1989)
1. Tendo em vista o desenvolvimento do texto, assinale a opção que justifica o título “Cinzas da Inquisição”:
a. (   ) A Inquisição se transformou em cinzas e deve ser arquivada.
b. (   ) A valorização da dignidade do ser humano é ponto básico da história da Inquisição.
c. (   ) A Inquisição deixou marcas que devem levar a uma reflexão.
d. (   ) A discussão dos fatos relacionados à Inquisição tem se  mostrado infrutífera.
e. (   ) A lembrança dos fatos da Inquisição não conseguiu melhorar o futuro.
2. Assinale a opção em que há erro na relação entre a ideia e o parágrafo indicado entre parenteses:
a. (   ) Os brasileiros supunham que a Inquisição pertencesse somente à história da Europa. (1º parágrafo)
b. (   ) Foi realizado um congresso com o intuito de reavaliar a Inquisição. (2º parágrafo)
c. (   ) A História estabelece relações entre o passado e o futuro. (3º parágrafo)
d. (   ) O momento é propício para fazermos uma reflexão sobre importantes fatos de nossa história. (4º parágrafo)
e. (   ) A história tem sua força própria, ela grita e aparece, apesar de todos os obstáculos. (6º parágrafo)
3. Com relação aos cem anos da libertação dos escravos e aos cem anos da Proclamação da República, pode-se afirmar, de acordo com o texto, que:
a. (   ) é necessário comemorar as várias conquistas feitas ao longo desses anos.
b. (   ) tanto a libertação dos escravos quanto a Proclamação da República precisam ser revistas e repensadas.
c. (   ) têm sido convocados mais pesquisadores para estudar esse período de nossa história.
d. (   ) esses assuntos vêm sendo constantemente abordados nas universidades brasileiras.
e. (   ) o governo deve dar a essas datas históricas a mesma importância que dá a outras.
4. O paradoxo da expressão “um silêncio ensurdecedor” indica que o silêncio:
a. (   ) provoca alienação e torpor
b. (   ) leva à paralisação e à inércia
c. (   ) gera atos de violência e loucura
d. (   ) atordoa e aflige
e. (   ) causa temor e respeito
________________________________________________________________
Gabarito:

1. C         2. C          3. B         4. D

quarta-feira, 3 de julho de 2013

Atividade Arcadismo

01. Assinale o que não se refere ao Arcadismo:
 
a) Época do Iluminismo (século XVIII) – Racionalismo, clareza, simplicidade.
b) Volta aos princípios clássicos greco-romanos e renascentistas (o belo, o bem, a verdade, a perfeição, a imitação da natureza).
c) Ornamentação estilística, predomínio da ordem inversa, excesso de figuras.
d) Pastoralismo, bucolismo suaves idílios campestres.
e) Apóia-se em temas clássicos e tem como lema: inutilia truncat (“corta o que é inútil”).

02. Indique a alternativa errada:

a) Cultismo e conceptismo são as duas vertentes literárias do estilo barroco.
b) O arcadismo afirmou-se em oposição ao estilo barroco.
c) O conceptismo correspondeu a um estilo fundado em “agudezas”ou “sutilezas”de pensamento, com transições bruscas e associações inesperadas entre conceitos.
d) O cultismo correspondeu sobretudo a um jogo formal refinado, com uso abundante de 
figuras de linguagem e verdadeiras exaltação sensorial na composição das imagens e na elaboração sonora.
e) O Arcadismo tendeu à obscuridade, à complicação lingüística e ao ilogismo.


Nos exercícios 3 e 4, assinale, em cada um, a(s) afirmação(ões) improcedente(s) sobre o Arcadismo.

(Podem ocorrer várias em cada exercício).

03. A respeito da época em que surgiu o Arcadismo:

a) o século XVIII ficou conhecido como “século das luzes”;
b) os “enciclopedistas”construíram os alicerces filosóficos da Revolução Francesa;
c) o adiantamento cientifico é uma das marcas desta época histórica;
d) a burguesia conhece, então, acentuado declínio em seu prestígio;
e) em O Contrato Social, Rousseau aborda a origem da Autoridade.

04. Quanto à linguagem árcade:
a) prefere a ordem indireta, tal como no latim literário;
b) tornou-se artificial, pedante, inatural;
c) procura o comedimento, a impessoalidade, a objetividade;
d) manteve as ousadias expressionais do Barroco;
e) promove um retorno às “virtudes clássicas”da clareza, da simplicidade e da harmonia.

05. Entre os escritores mais conhecidos do “Grupo Mineiro”, estão:

a) Silva Alvarenga, Mário de Andrade, Menotti del Picchia.
b) Santa Rida Durão, Cecília Meireles, Tomás Antônio Gonzaga.
c) Basílio da Gama, Paulo Mendes Campos, Alvarenga Peixoto.
d) Cláudio Manuel da Costa, Tomás Antônio Gonzaga, Alvarenga Peixoto.
e) Alvarenga Peixoto, Fernando Sabino, Cláudio Manuel da Costa.


06. Qual a alternativa que apresenta uma associação errada?
a) Barroco / Contra-Reforma.
b) Arcadismo / Iluminismo
c) Romantismo / Revolução Industrial.
d) Arcadismo / Anti-Classicismo
e) Arcadismo / Racionalismo

07. Poema satírico sobre os desmando administrativos e morais imputados a Luís da Cunha Menezes, que governou a Capitania das Minas de 1783 e 1788:
a) Marília de Dirceu
b) Vila Rica
c) Fábula do Ribeirão do Carmo
d) Caras Chilenas
e) O Uruguai

08. Em seu poema épico, tenta conciliar a louvação do Marquês de Pombal e o heroísmo do índio. Afasta-se do modelo de Os Lusíadas e 
emprega como maravilhoso o fetichismo indígena.
São heróis desse poema:

a) Cacambo, Lindóia, Moema
b) Diogo Álvares Correia, Paraguaçu, Moema
c) Diogo Álvares Correia, Paraguaçu, Tanajura
d) Cacambo, Lindóia, Gomes Freira de Andrade
e) n.d.a.

09. (ITA) Uma das afirmações abaixo é incorreta. Assinale-a:

a) O escritor árcade reaproveita os seres criados pela mitologia greco-romana, deuses e entidades pagãs. Mas esses mesmos deuses convivem com outros seres do mundo cristão.
b) A produção literária do Arcadismo brasileiro constitui-se sobretudo de poesia, que pode ser lírico-amorosa, épica e satírica.
c) O árcade recusa o jogo de palavras e as complicadas construções da linguagem barroca, preferindo a clareza, a ordem lógica na escrita.
d) O poema épico Caramuru, de Santa Rita Durão, tem como assunto o descobrimento da Bahia, levado a efeito por Diogo Álvares Correia, misto de missionários e colonos português.
e) A morte de Moema,índia que se deixa picar por uma serpente, como prova de fidelidade e amor ao índio Cacambo, é trecho mais conhecido da obra O Uruguai, de Basílio da Gama.


10. (ITA) Dadas as afirmações:

I) O Uruguai, poema épico que antecipa em várias direções o Romantismo, é motivado por dois propósitos indisfarçáveis: exaltação da política pombalina e antijesuitismo radical.
II) O (A) autor(a) do poema épico Vila Rica, no qual exalta os bandeirantes e narra a história da atual Ouro Preto, desde a sua fundação, cultivou a poesia bucólica, pastoril, na qual menciona a natureza como refúgio.
III) Em Marília de Dirceu, Marília é quase sempre um vocativo; embora tenha a estrutura de um diálogo, a obra é um monólogo – só Gonzaga fala, raciocina; constantemente cai em contradição quanto à sua postura de Spastor e sua realidade de burguês.

Está(ão) Correta(s):
a) Apenas I
b) Apenas II
c) Apenas I e II
d) Apenas I e III
e) Todas



Resolução:
01. C
02. E
03. D
04. A, B, D
05. D
06. D
07. D
08. D
09. E
10. D





quinta-feira, 20 de junho de 2013

Como fazer uma boa redação no Novo Enem por Francisco Platão Savioli


Francisco Platão Savioli, supervisor de português, Anglo.

Exercícios sobre Sinais de Pontuação

Questão 1
(Fund. Carlos Chagas) Os períodos abaixo apresentam diferenças de pontuação.    Assinale a letra correspondente ao período de pontuação correta:

a – (   ) Hoje, eu daria o mesmo conselho, menos doutrina e, mais análise. 
b - (    ) Hoje eu daria o mesmo conselho: menos doutrina e mais análise.
c – (   ) Hoje, eu, daria o mesmo conselho, menos doutrina e mais análise.
d – (   ) Hoje eu daria o mesmo conselho menos doutrina e mais análise.
e – (   ) Hoje eu, daria o mesmo conselho: menos doutrina, e, mais análise.

Questão 2
Explique a diferença de sentido em ambas as orações, levando em consideração os sinais de pontuação.
Eleitor quer justificar seu voto.
Eleitor, quer justificar seu voto?

Questão 3
De acordo com o enunciado linguístico presente em um anúncio publicitário, responda ao que se pede:
Só uma coisa
Pode convencer você a trocar seu Guia Brasil:
O guia Brasil 2003 
Atribua seus conhecimentos ao emprego do sinal de pontuação em evidência justificando o uso do mesmo.

Questão 4
Atente-se para o enunciado abaixo, atribuindo-lhe a devida pontuação:

Charles Darwin coletou muitos fósseis na viagem naquela época os fósseis eram considerados restos preservados de animais e vegetais há muito extintos a opinião aceita era que esses fósseis se formavam após uma grande catástrofe como o dilúvio que exterminava muitos seres vivos
                                                (PARKER, Steve. Darwin e a evolução. São Paulo: Scipione, 2002.p.11. Caminhos da Ciência)

Questão 5
Analise o fragmento extraído de um conto machadiano,  intitulado – “Um apólogo”, pontuando-o de acordo com as regras preestabelecidas:

Era uma vez uma agulha que disse a um novelo de linha
Por que está você com esse ar, toda cheia de si toda enrolada para fingir que vale alguma cousa neste mundo



Respostas:

Resposta Questão 1
Alternativa “b’

Resposta Questão 2
Na primeira oração há uma afirmação sobre o desejo do eleitor em querer justificar seu voto.
Já a segunda evoca uma diferença de sentido, pois o emissor se dirige ao eleitor, indagando-o sobre o referido fato. A ocorrência da vírgula refere-se ao vocativo, uma vez que esse sempre aparece precedido daquela.

Resposta Questão 3
A expressão “O guia Brasil 2003” retoma à afirmação feita anteriormente. Desta forma, faz-se necessário  o emprego dos dois pontos, por tratar-se de um aposto.

Resposta Questão 4
Charles Darwin coletou muitos fósseis na viagem, naquela época os fósseis eram considerados restos preservados de animais e vegetais, há muito extintos. A opinião aceita era que esses fósseis se formavam após uma grande catástrofe, como o dilúvio que exterminava muitos seres vivos.



Fonte: 
http://exercicios.brasilescola.com/redacao/exercicios-sobre-sinais-pontuacao.htm

Exercícios sobre a linguagem figurada

Questão 1
(Fuvest – SP)
A tua saudade corta
como aço de navaia...
O coração fica aflito
Bate uma, a outra faia...
E os óio se enche d’água
Que até a vista se atrapaia, ai, ai...
(Fragmento de “Cuitelinho”, canção folclórica)
a) Nos dois primeiros versos há uma comparaçãoReconstrua esses versos numa frase iniciada por “Assim como [...]”, preservando os elementos comparados e o sentido da comparação.
b) Se a forma do verbo “atrapalhar” estivesse flexionada de acordo com a norma-padrão, haveria prejuízo para o efeito de sonoridade explorado no final do último verso? Por quê?

Questão 2
(Enem) Leia este poema:
Cidade grande

Que beleza, Montes Claros.
Como cresceu Montes Claros.
Quanta indústria em Montes Claros.
Montes Claros cresceu tanto,
ficou urbe tão notória,
prima-rica do Rio de Janeiro,
que já tem cinco favelas
por enquanto, e mais promete.
Carlos Drummond de Andrade
Entre os recursos expressivos empregados no texto, destaca-se a:
a)      Metalinguagem, que consiste em fazer a linguagem referir-se à própria linguagem.
b)      Intertextualidade, na qual o texto retoma e reelabora outros textos.
c)      Ironia, que consiste em dizer o contrário do que se pensa, com intenção crítica.
d)     Denotação, caracterizada pelo uso das palavras em seu sentido próprio e objetivo.
Prosopopeia, que consiste em personificar coisas inanimadas, atribuindo-lhes vida.

Questão 3
Tendo em vista que o emissor, ao fazer uso das figuras de linguagens, pretende realçar ainda mais a mensagem que profere, enfatizar de forma ainda mais preponderante o discurso do qual se utiliza, observe os versos de Manuel Bandeira e procure responder ao que se pede:
Quando hoje acordei, ainda fazia escuro
[...]
Chovia.
Chovia uma triste chuva de resignação
Como contraste e consolo ao calor tempestuoso da noite. [...]
(Manuel Bandeira. Estrela da vida inteira. Rio de Janeiro, José Olympio, 1986, pág. 191.)

a) Acerca do terceiro verso, podemos dizer que nele há uma figura de linguagem? Qual?
b) Partindo dos pressupostos expressos no enunciado da questão, procure justificar a presença dessa figura.

Questão 4
Além de explorar o sentido conotativo da linguagem, como é o que ocorre com as figuras de lingugem cujo sentido é o de conferir um caráter enfático à mensagem, um texto também reporta a outro, estabelecendo entre si uma relação dialógica. Assim, partindo dessa premissa, eis o texto a seguir, o qual propõe que você o leia, analise, reflita e teça um comentário acerca de ambos os aspectos anteriormente mencionados:
E se...

[...]
E se você estivesse no mar azul do Caribe com a pessoa que mais ama?
E se agora fosse meio-dia?
E se você tivesse anorexia?
E se estivéssemos em 1945?
E se tocasse "Wave" com João Gilberto?
E se pudesse voar por 30 minutos?
E se o seu telefone tocasse agora?
E se ouvisse a voz do Bono Vox do U2 sussurando I love you?
E se você estivesse agora numa cama de hospital público sentindo dor?
E se não pudesse ler?
[...]     
(GABRILI, Mara. TPM. N. 15. Ano 2. Out. 2002)




Respostas:

Resposta Questão 1
a) Assim como aço de navalha a tua saudade corta.
b) Atendo-nos ao propósito de responder a tal questionamento, faz-se necessário enfatizarmos acerca do fato em que alguns desvios linguísticos, ora cometidos de forma intencional, sobretudo em se tratando da licença poética, são perfeitamente permitidos, haja vista que se trata de recursos estilísticos proferidos pelo próprio emissor, cuja intenção é atingir os propósitos a que se presta mediante a interlocução.  Como se vê, portanto, toda a letra musical explora bem essa questão, ao retratar uma linguagem demarcada pelas variações sociais de uma forma geral.
Dessa forma, podemos afirmar que se nela toda houvesse o emprego da linguagem padrão, talvez o intuito desejado não tivesse sido efetivado de forma significativa. Nesse sentido, temos que se o verbo em questão estivesse expresso de acordo com o padrão formal da linguagem (atrapalha), a sonoridade conquistada pelo uso de tais recursos estaria de todo comprometida, dadas as intenções implícitas no discurso.

Resposta Questão 2
A alternativa que se adéqua aos requisitos expressos no enunciado se demarca pela letra “C”, haja vista que por meio dos versos primeiros, o autor atribui à cidade de Montes Claros algo de positivo, enfatizando acerca do desenvolvimento, enfim. Contudo, já nos últimos versos, notamos uma atitude irônica, ainda que não explícita de forma significativa, sobretudo quando ele ressalta sobre as favelas, as quais já existem em certo número e que, acima de tudo, tendem a aumentar com o passar do tempo.

Resposta Questão 3
a) Sim, nele se atesta a figura de linguagem expressa pelo pleonasmo, visto se tratar de uma ideia repetida, uma vez antes mencionada.
b) Tal emprego se justifica pela intenção proposta pelo emissor, que é justamente a de conferir maior expressividade à mensagem que profere, intensificando, pois, a expressividade do verbo chover.

Resposta Questão 4
Em se tratando dos recursos estilísticos utilizados pela autora, detectamos que esses se materializam pela anáfora, justificada pela repetição de um vocábulo ou até mesmo de uma expressão, cujo intento é, além de intensificar o significado daquilo que se pretende dizer, conferir mais ritmo, mais musicalidade ao texto propriamente dito.
Com relação ao diálogo que se estabelece com um texto já existente, atestamos se tratar da intertextualidade que se faz com o poema de Carlos Drummond de Andrade, intitulado “José”, cujos fragmentos abaixo se situam:
Se você gritasse,
se você gemesse,
se você tocasse
a valsa vienense,
se você dormisse,
se você cansasse,
se você morresse...


Fonte: 
http://exercicios.brasilescola.com/redacao/exercicios-sobre-linguagem-figurada.htm

Exercícios sobre as Funções da Linguagem

Questão 1
Partindo do pressuposto de que o processo comunicativo está intrinsecamente ligado a alguns fatores tidos como essenciais, aponte-os.

Questão 2
(Cesgranrio – RJ) Assinale a opção em que a inversão da ordem dos termos altera o sentido fundamental do enunciado:
a) Era uma poesia simples/ Era uma simples poesia.
b) Possuía um sentimento vago/ Possuía um vago sentimento.
c) Olhava uma parasita mimosa/Olhava uma mimosa parasita.
d) Havia um contraste eterno/Havia um eterno contraste.
e) Vivia um drama terrível/Vivia um terrível drama.

Questão 3

Atente-se a uma análise dos exemplos que seguem e, em seguida, destaque quais funções se encontram neles presentes:

a)
De tudo ao meu amor serei atento
Antes, e com tal zelo, e sempre, e tanto,
Que mesmo em face do maior encanto
Dele se encante mais meu pensamento.
                                                   Vinícius de Morais

b)

c) Com Natal próximo, importações batem recorde em setembro
Média diária de importações de US$ 844 milhões é a maior desde 2003.
Saldo comercial soma US$ 1,09 bi em setembro e US$ 12,77 bi no ano.(Fonte: http://g1.globo.com/economia-e-negocios/noticia/2010/10/com-natal-proximo-importacoes-batem-recorde-em-setembro.html)

d) A ascensorista e o viúvo trataram-se como sempre:

-Tudo bem com você?
- Tudo. E você?
-Tudo bem!
-Ah... Até mais tarde.
-Até mais tarde.



Respostas:

Resposta Questão 1
Para que a comunicação realmente se efetive, seis fatores participam desse processo, são eles:
O emissor (ou locutor) – representado pela pessoa que fala.
O receptor (ou interlocutor) – quem recebe a mensagem.
A mensagem – representa a informação ora veiculada.
O código – constitui o sistema de sinais que permitem a compreensão da mensagem, no caso a Língua Portuguesa.
O canal – representa o meio pelo qual a mensagem é enviada, como por exemplo, o ar – responsável pela propagação do som.
O referente – constitui o contexto, o assunto do qual é tratado mediante a interlocução.

Resposta Questão 2
Alternativa “A”.

Resposta Questão 3
a – função emotiva
b – função apelativa
c- função referencial
d- função fática 


Fonte: 
http://exercicios.brasilescola.com/gramatica/exercicios-sobre-as-funcoes-linguagem.htm#questao-490

quinta-feira, 6 de junho de 2013

Amassa... Mafalda!


A MENINA QUE ODIAVA LIVROS


ATIVIDADE COMPLEMENTAR – A LINGUAGEM EM TIRINHAS

Professor, precisando de uma ajudinha? Estamos disponibilizando nosso material para você! Uma atividade complementar a respeito de linguagem verbal e não verbal utilizando tirinhas. Boa sorte!!


ATIVIDADE COMPLEMENTAR – A LINGUAGEM EM TIRINHAS

1. Faça uma análise crítica das tirinhas de Garfield em acordo com as discussões propostas em sala de aula a respeito da linguagem verbal e não verbal presente em charges e tirinhas. Leve ainda em consideração o que você conhece sobre a personalidade e caráter deste famoso personagem.


  


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 2. Agora responda ao questionário referente às tirinhas anteriormente analisadas.
a) O que chamou a sua atenção na primeira tirinha?
b) O que acontece na segunda tirinha?
c) É possível verificar uma crítica na tira? Se sim a quem ou a que ela é dirigida? Comente.  
d) A tira provoca humor? Comentem sua sensação ao ler o texto.
e) A linguagem verbal esteve presente na maioria dos quadrinhos. Entretanto, no ultimo quadrinho a linguagem não verbal está presente apresentando maior relevância para o sentido da tirinha. Explique o porquê.
f) Nesse sentido, o que podemos falar sobre as linguagens verbal e não verbal na composição dessa tirinha?